sexta-feira, 20 de setembro de 2013

É possível estar vivo sem envelhecer



 imagem da net

Foi o que descobriu Miguel Coelho. Este biólogo, de 30 anos, identificou um microrganismo que se mantém eternamente jovem, rejuvenescendo cada vez que se divide, desde que as condições de crescimento sejam favoráveis.
A descoberta foi publicada na revista científica "Current Biology", num artigo que tem como primeiro autor o biólogo português e que revela os princípios fundamentais dos mecanismos do envelhecimento. Miguel Coelho encontrou o que parece ser o segredo da juventude durante o seu doutoramento no Max Planck, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

terça-feira, 10 de setembro de 2013

NOITE BRANCA






fotos tiradas do google

Sic Notícias

"Realizou-se no passado sábado à noite. A "Noite Branca" levou mais de 120 mil pessoas até Braga. Foi a segunda edição de um evento que permitiu aos presentes assistirem a vários espectáculos. David Fonseca e Mariza foram os cabeças de cartaz. Houve, também, um espectáculo com um balão de hélio, um mercado e um espectáculo musical que reuniu históricas bandas do panorama bracarense. A "Noite Branca" foi um legado deixado à cidade depois de ter sido Capital Europeia da Juventude. É no centro histórico que se juntam os participantes, vestidos de Branco."

Correio do Minho

A Câmara Municipal de Braga e a Fundação Bracara Augusta anunciaram em comunicado que a Noite Branca registou a participação de 120 mil pessoas. Acrescenta no ofício que são números oficiais da Proteção Civil de Braga. Tanto a Câmara Municipal de Braga como a Fundação Bracara Augusta 'orgulham-se de registar a maior afluência de sempre em eventos públicos no município de Braga'. 


Como complemento às publicações anteriores da nossa amiga Ana, aqui está mais um exemplo de alegria, sorrisos e convivência amiga entre todos. A cidade ornamentou-se de branco e todos fizeram questão de usar roupa desta cor. Assim, pintemos também o nosso coração de branco para que a alegria seja uma constante nos nossos dias. Não é fácil, dadas as circunstâncias, mas de certeza que, se tentarmos, tudo se tornará mais fácil..

Parabéns Braga por tão maravilhosa iniciativa

Emília Pinto

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Ser feliz a fazer boas acções fortalece as células do sistema imunitário

Boas notícias para as colaboradoras deste blog :) 

Cientistas norte-americanos descobriram que diferentes tipos de felicidade podem ter efeitos surpreendentemente contrários nos nossos genes. 
A investigação – que durou 10 anos – apurou que as pessoas que são felizes a ajudar os outros têm anticorpos fortes, enquanto as pessoas preocupadas apenas com a sua auto-satisfação podem sofrer de fraca defesa corporal. 

 O estudo é o primeiro a examinar a forma como a psicologia positiva afecta a expressão do gene humano. Ficou então provado que as pessoas mais altruístas revelam perfis de expressão genética favoráveis nas células do seu sistema imunitário. Os indivíduos altruístas analisados no estudo tinham baixos níveis de genes inflamatórios e fortes anticorpos e genes antivirais. 

Os indivíduos com altos níveis de felicidade derivada do consumismo e da auto-satisfação revelaram o contrário – genes com alta inflamação e fracos anticorpos e genes antivirais. 

Os cientistas analisaram a forma como o genoma humano reage ao medo, ao stress, à angústia e a outros estados mentais negativos, mas focados na resposta dos genes à psicologia positiva. Foram analisadas as implicações biológicas dos dois tipos de bem-estar através de cerca de 21 mil genes. 
Para isso, foram extraídas amostras de sangue de 80 adultos saudáveis que foram então avaliados em termos do bem-estar próprio e do bem-estar do outro, bem como de factores psicológicos e comportamentais negativos. 

A equipa usou o perfil de expressão genética para mapear os efeitos biológicos dos dois tipos de bem-estar e felicidade. No final, perceberam que as pessoas que baseiam a sua felicidade na relação em prol do outro apresentaram perfis de expressão genética favoráveis nas células do sistema imunitário e que as pessoas felizes com a auto-satisfação mostraram perfis de expressão genética adversos. 

Umas e outras pessoas não sentem diferenças corporais – não se sentem melhor ou pior do que as outras. Embora ambos os estados emocionais sejam igualmente positivos, os seus genes é que respondem de forma muito diferente. Parece que o genoma humano é afinal muito mais sensível às diferentes formas de alcançar a felicidade do que são as mentes conscientes.