2013-09-30 - 11:51
A campanha “Se conduzir não dê boleia ao sono” arranca a 3 de Outubro no Porto, com a partida do Wake Up Bus - um autocarro que, após uma passagem por Lisboa, vai percorrer a Europa com destino a Bruxelas.

São 15 os países que aderiram à campanha "Se conduzir não dê boleia ao sono” e que pretende alertar para os perigos da sonolência ao volante. Após uma passagem por Lisboa, um autocarro – Wake Up Bus – vai percorrer a Europa com paragem em 11 cidades com destino a Bruxelas.
O projecto e a sua coordenação é da presidente da Associação Portuguesa de Sono (APS), psiquiatra e especialista em Doenças do Sono, Marta Gonçalves, em cooperação com a Sociedade Europeia do Sono (European Sleep Research Society) e os seus presidentes. Os principais destinatários são os condutores profissionais, mais frequentemente expostos a acidentes provocados por condução com sono.
A partida do Wake Up Bus é assinalada, no Porto, no dia 3 de Outubro pela manhã, com a instalação na Praça dos Leões, de uma tenda com um simulador de capotamento onde os interessados poderão experienciar uma das consequências de adormecer ao volante. O simulador tem também como objectivo ajudar a preparar as pessoas para se "defenderem” de uma situação dessas. Em simultâneo estarão a decorrer rastreios para avaliar o grau de sonolência excessiva e o risco de sofrer de apneia do sono.
No mesmo local será ainda possível encontrar promotores vestidos de ovelhas a distribuir informação a todos os que passarem no local a pé ou de automóvel, enquanto simulam estar com sono e a pedir boleia aos condutores que param nos semáforos junto à Praça, com uma placa a dizer: "Não dê boleia ao sono”.
No mesmo dia a chegada do autocarro a Lisboa é marcada também pela realização de rastreios na Praça do Rossio e pela distribuição de informação por promotores vestidos de ovelhas. Às 15h00 decorre no Ministério da Administração Interna a apresentação dos resultados nacionais do questionário realizado a nível Europeu durante o Verão, que conta com a presença do Secretário de Estado, Filipe Lobo DÁvila.
A realização desta campanha tem o apoio de várias entidades públicas e privadas.
Fonte: GCI
São 15 os países que aderiram à campanha "Se conduzir não dê boleia ao sono” e que pretende alertar para os perigos da sonolência ao volante. Após uma passagem por Lisboa, um autocarro – Wake Up Bus – vai percorrer a Europa com paragem em 11 cidades com destino a Bruxelas.
O projecto e a sua coordenação é da presidente da Associação Portuguesa de Sono (APS), psiquiatra e especialista em Doenças do Sono, Marta Gonçalves, em cooperação com a Sociedade Europeia do Sono (European Sleep Research Society) e os seus presidentes. Os principais destinatários são os condutores profissionais, mais frequentemente expostos a acidentes provocados por condução com sono.
A partida do Wake Up Bus é assinalada, no Porto, no dia 3 de Outubro pela manhã, com a instalação na Praça dos Leões, de uma tenda com um simulador de capotamento onde os interessados poderão experienciar uma das consequências de adormecer ao volante. O simulador tem também como objectivo ajudar a preparar as pessoas para se "defenderem” de uma situação dessas. Em simultâneo estarão a decorrer rastreios para avaliar o grau de sonolência excessiva e o risco de sofrer de apneia do sono.
No mesmo local será ainda possível encontrar promotores vestidos de ovelhas a distribuir informação a todos os que passarem no local a pé ou de automóvel, enquanto simulam estar com sono e a pedir boleia aos condutores que param nos semáforos junto à Praça, com uma placa a dizer: "Não dê boleia ao sono”.
No mesmo dia a chegada do autocarro a Lisboa é marcada também pela realização de rastreios na Praça do Rossio e pela distribuição de informação por promotores vestidos de ovelhas. Às 15h00 decorre no Ministério da Administração Interna a apresentação dos resultados nacionais do questionário realizado a nível Europeu durante o Verão, que conta com a presença do Secretário de Estado, Filipe Lobo DÁvila.
A realização desta campanha tem o apoio de várias entidades públicas e privadas.
Nunca são de mais as campanhas a favor da segurança no trânsito.
Emília Pinto





